Notícias estranhas/engraçadas, Fatos Toscos e Opiniões irrelevantes.
10
Jan
1
Nov
17
Aug

Hoje recebi um link com um artigo no Estadão da Luiza Nagib Eluf sobre os 100 anos da morte do escritor brasileiro Euclides da Cunha, morto numa situação nada honrosa. O nobre autor da obra “Os Sertões” “se empirulitou”, como diria o Mussum, num confronto com o amante de sua mulher Ana Emília Ribeiro, o jovem tenente do exército Dilermando de Assis.
A história real do triângulo amoroso entre o escritor, a moça e o militar, que foi um dos crimes passionais que mais repercutiram no Brasil, chegou a virar até minissérie da rede Globo, sob o sugestivo nome de “Desejo“. Tarcísio Meira fez o papel de Euclides da Cunha enquanto Guilherme Fontes fez o papel de Dilermando de Assis e uma morena Vera Fischer fez o papel da disputada Ana.
Bem, fatos históricos e televisivos à parte, o que mais me chamou atenção nessa história foi o quanto o ilustríssimo escritor corno teve dificuldade em matar o tenentinho ricardão. O cara era praticamente um Highlander ou um Chuck Norris brasileiro, se você é mais novo e não conhece direito o guerreiro imortal.
Foram duas gerações tentando acabar com a raça do Dilermando, sendo fracassadas todas as tentativas.
Acompanhe comigo as melhores partes do texto de Luiza Nagib, com grifo nosso, e veja se isso não daria um bom episódio de Arquivo X, Twilight Zone… ou qualquer seriado sobre coisas inacreditáveis e incríveis.
continue reading "A morte de Euclides da Cunha e o Ricardão Imortal"
14
May
Menina Maisa chora ao ver “monstro” no “Programa Silvio Santos”
Foi no domingo passado (10/05/2009), mas fica aí pra quem não consegui ver ainda.
A garota Maísa já demonstrava estar assustada com algo que viu nos bastidores. E Silvio Santos insiste em querer saber qual o motivo. A partir daí, o estrago estava feito:
Bola fora, seu Silvio.
Sim, ela é uma criança.
Versão estendida no YouTube.
13
Mar
Jerry Jalava, que perdeu extremidade em um acidente de moto em 2008, publicou fotos do dispositivo removível em seu blog
Um jovem finlandês que perdeu o dedo em um acidente de moto no ano passado encontrou uma utilidade extra para sua prótese removível: seu novo anular é também um pen drive.
Jerry Jalava decidiu publicar fotos de sua prótese depois que um blogueiro amigo seu revelou a façanha pela internet. O jovem conta que, desde então, muitos internautas o procuraram para saber a verdade, que foi revelada em seu próprio blog e em sua página de fotos na web.
O dispositivo tem capacidade de 2 GB e é removível. Quando precisa utilizá-lo, Javala remove a ponta de seu dedo e a insere na entrada USB de seu computador.
Tem gente pra tudo nesse mundo. E pen-drives de tudo quanto é jeito também.
Via Abril.com, enviado por e-mail.
12
Feb
18
Nov
Hoje trago uma informação inútil, mas que em algum momento da sua vida você pode ter se perguntado: Quanto tempo uma cabeça humana permanece viva e consciente depois de ser decapitada?
Segundo o Dr. Ron Wright, um patologista forense e ex-diretor médico de exames em Broward County Florida:
Após sua cabeça ser cortada por uma guilhotina, você tem 13 segundos de consciência ( talvez mais ou menos 2 segundos de diferença). 13 segundos é o tempo em que a quantidade de fosfatos de alta energia que os citocromos no cérebro possuem são suficientes para resistir sem oxigênio e glicose novos.
Apesar disso, atividade eletroquímica no cérebro não é garantia de pensamento consciente, embora, como observa Wright, existem casos de cabeças decapitadas piscando em resposta a perguntas, “uma vez para sim e duas para não”.
Na época da Revolução Francesa, conta-se que era pedido a muitos dos condenados que ficassem piscando o quanto conseguissem depois da decapitação. Enquantos muitos não piscavam nenhuma vez, alguns conseguiam piscar por até 30 segundos.
Conta-se também um caso ocorrido em 28 de junho de 1905, na execução de um assassino chamado Languille na França. O Dr. Beaurieux durante a execução do condenado, escreveu suas observações no Archives d’Anthropologie Criminelle:
Aqui, então, está o que eu pude constatar imediatamente a seguir à decapitação: os lábios e pálpebras do homem guilhotinado trabalharam em contrações rítmicas irregularmente durante cerca de cinco ou seis segundos… eu esperei por alguns segundos. Os movimentos espasmódicos cessaram.
O rosto relaxado, as pálpebras meio fechadas sobre os olhos, deixando apenas o branco da conjuntiva visível, exatamente como nas pessoas agonizantes que temos a oportunidade de ver todos os dias no exercício da nossa profissão, ou como naqueles apenas mortos.
Foi aí então que eu chamei com a voz forte e acentuada “Languille!” Eu vi as pálpebras lentamente se levantarem, sem qualquer contração espasmódica… Depois, os olhos de Languille se fixaram diretamente nos meus e as pupilas se focaram… Após alguns segundos, as pálpebras fecharam-se novamente, devagar e uniformemente, e a cabeça voltou a ter a mesma aparência que tinha antes de eu ter chamado.
Sinistro! O.o
Essa história toda me lembrou da música Metrô Linha 743 do Raul Seixas, que conta a história de um cara que foi decapitado por Caçadores Canibais que serviam cérebros humanos num restaurante. Numa parte da música, ele diz assim:
Minha cabeça caída, solta no chão
Eu vi meu corpo sem ela pela primeira e última vez
Metrô linha 743
Parece que realmente isso é possível… mas é o tipo de experiência que eu não quero ter nunca na vida!
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